Iguatemi, Quinta Feira, 21 de Fevereiro de 2019

Homem engole cheque clonado após polícia flagrar golpe de R$ 22 mil em supermercado da Capital

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Quadrilha tentava passar 10 carrinhos de compras, comparsa ainda caiu durante fuga e foi preso

Uma quadrilha foi presa na noite deste sábado (2) tentando aplicar um golpe de mais de R$ 22 mil com cheques clonados em um supermercado atacadista localizado na avenida Consul Assaf Trad, em Campo Grande. Ao ver a polícia, um dos autores engoliu a lâmina de cheque, mas caiu durante a fuga e acabou preso.

Conforme as informações da ocorrência policial, dois dos bandidos, entre eles uma mulher, tentaram consultar o cheque, mas demonstraram estar nervosos, o que levantou suspeita da gerência do supermercado. Em contato com o proprietário do cheque, eles foram informados que não havia autorização para usá-lo.

A Polícia Militar foi acionada e com ajuda de câmeras de segurança perceberam que os integrantes da quadrilha passavam uma compra de dez carrinhos lotados de produtos. Do lado de fora do estabelecimento, estavam outros dois homens que davam suporte ao golpe, em uma caminhonete.

Ao perceberem a presença dos policiais, eles tentaram abandonar as compras que já ultrapassavam R$ 22 mil, mas foram abordados. Eles afirmaram que pagariam as compras com cheque de terceiros.

No estacionamento do supermercado, um dos autores tentou fugir, mas escorregou e caiu. Ao ser abordado, ele se desfazia de uma das lâminas de cheque, tentado engolir a mesma. Ele afirmou que comprou o cheque pela internet. Na casa dele, a polícia constatou que a esposa também teria envolvimento com o crime.

No local foram encontrados papelotes de cocaína, porções de maconha, R$ 145 em dinheiro, cheques clonados, documentos falsos e uma balança de precisão. O cheque clonado estava preenchido com a quantia de R$ 48 mil.

A PM também apreendeu a caminhonete, um Chevrolet Corsa Sedan e um Nissan Sentra.

Os seis envolvidos no golpe foram presos e encaminhados para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro. O crime foi registrado como falsificação de documento público, associação criminosa, estelionato na forma tentada e tráfico de drogas.

Com informações do Midiamax

 

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